Quarta-feira, 12 de Dezembro de 2007

Apresentação do Grupo

 

 

O Carlos, tratado entre nós por "Aborrecido" ou "Americano".

Entrou para o Grupo e apesar de não o admitir por influência, da Carla (sua namorada), que mais á frente  vão ter oportunidade de conhecer.

O Carlos enverga um Traje Domingueiro, bastante simples, composto por camisa branca, colete e calças pretas, chapeu preto e cinta preta.

Na dança, é o par da Andreia.

 

 

 

 

 

 

Encontra-se no Grupo, desde a sua fundação, chama-se Solange - A MAIS LINDA, e representa a função de Mondadeira.

A Mondadeira veste saia de riscado, pregada com alfinetes à volta de cada perna em jeito de calções (que aqui não estão feitos), duas ou três saias de baixo (saiote e saia vermelha); uma blusa de chita ou de riscado também, um avental de pano e meia de linha grosseira. Sapatos ou Chinelas atacoadas. Na cabeça, chapéu preto por cima do lenço atado em jeito de pouco o sol lhe ver o rosto. Nos braços, manguitos de cotim ou riscado. Como utensilios o sacho e a cesta.

 

O par da Solange é o David, tratado desde sempre entre nós e até mesmo na Aldeia, por Sopa ou Sopinha.

O David representa aqui um Ganhão, tem como utensilio  o malho constituído por duas partes,  a mangueira  parte que o malhador empunha e perítico, parte mais curta q serve para vibrar as pancadas nas espigas, revolteando no ar ao impulso dos braços vigorosos do malhador  presas por correias denominadas meãs  – utiliza-se para malhar , debulhar o cereal. Era homem que trabalhava essencialmente nas eiras. Traje todo ele de riscado, botas grosseiras, lenço tabaqueiro e chapeu preto, usa a camisa de cima que servia para proteger a roupa de baixo (colete e camisa). O David, com muita pena nossa, deixou o grupo, mas claro a esperança é a última que morre e quem sabe um dia ele não regressa a esta familia...

A Teresa faz parte do Grupo há pouco tempo, influênciada pelas amigas, resolveu experimentar as lides do Folclore e parece gostar.

Desempenha função de Porta Estandarte no Grupo.

 

Representa também a Mondadeira, enverga um traje diferente na côr e na confecção, mas todo ele com as mesmas caracteristica do descrito em cima. 

 

 A Teresa também abandonou o grupo, o que entendemos, já que mudou de residência e é-lhe impossivel estar tão presente como concerteza gostaria... Mas Teresa, a porta está sempre aberta...

 

 

A Maria da Graça, entrou para o Grupo na brincadeira, mas foi ficando e lá permanece até agora e atenção é a Vice-Presidente da nossa Direcção (apesar de não lhe agradar muito).

Mais uma Mondadeira, com as mesma caracteristicas de todas as outras dispensa mais apresentações.

Faz parte da tocata, bate pandeireta.

 

 

 

 António Quintaneiro ou Pilão, para o pessoal do grupo, com excepção da filha Carla, que detesta que o tratem pela alcunha.

 Faz parte da tocata, a principio era o responsavel pelo toque do rec-rec, presentemente está no toque do bombo.

Veste traje de trabalho que em nada difere de todos os outros, representa o Carvoeiro, função de grande importância na Aldeia de Casa Branca.

 

 

Mais uma Mondadeira, traja da mesma forma que todas as outras, a Gertrudes entrou para o Grupo há relativamente pouco tempo, convencida pela filha Clarisse e pela Josefina decidiu experimentar as lides do Folclore.

Até á data parece gostar.

Membro integrante da tocata, tanto toca pandeireta como canta.

 

 

 

Aqui vos apresentamos, a Estrela, pois é, alcunha adquirida aquando de uma actuação, em que alguém lhe disse que se tinha emocionado ao vê-lo dançar, é o nosso Jorge ou "Saguas", como carinhosamente alguns amigos o tratam. 

Desde tempos distantes que os Albibomenses herdaram a alcunha de carvoeiros, devido a grande quantidade de carvão aqui produzido e da quantidade de trabalhadores que se dedicavam a este serviço. As 5ªs e 6ªs feiras era transportado em sacas por carros em romaria com destino as terras vizinhas mais frequentemente a Estremoz,
Borba e Vila Viçosa. De toda uma sequencia actividades inerentes à produção do carvão desde o amanho da lenha passando pela empinação do forno… e depois deste estar cozido é extraído e a pouco e pouco separa-se dos tiços  para ir arrefecendo, para posteriormente ser ensacado ou junto a granel .

 

Par do Jorge = Estrela, namorada do Carlos = aborrecido, filha do António Quintaneiro ou Pilão, esta é a Carla.

A nossa Carla traja saia de riscado, duas saias de baixo, saiote e saia vermelha (esta era usada quando as meninas se tornavam mulheres para evitar que os homens soubessem que elas estavam menstruadas, pois se caisse alguma "gotinha", não se notava por usarem a saia vermelha); uma blusa de chita, um avental de pano e meia de linha grosseira. Sapatos atacoados. Na cabeça, chapéu preto por cima do lenço atado em jeito de pouco o sol lhe ver o rosto. Nos braços, manguitos de riscado. Xaile grosseiro de côr preta. Sendo Mondadeira, tem a função de aguadeira, logo tem como utensilios a quarta de barro e o cocho. 


 

A Tânia, também aliciada pelas amigas, resolveu entrar para esta grande familia que é o Rancho Folclórico "As Mondadeiras" e até agora parece estar a gostar, não só porque se enamorou do par, o Nelson, mas também pelo gosto que já adquiriu em levar mais longe o nome da nossa terra e das nossas gentes.

 

Faz parte desta grande familia desde a sua fundação.

O Nelson, ou Pimpas, como por vezes é tratado, alcunha adquirida de forma hereditária.

 

Representam o par de noivos.

 

 

 Os nossos Pimpinhas pequeninos, o sorriso caracteristico da Neide e o ar de malandro do João Paulo.

Envergam Traje Infantil, bastante simples.

São par um do outro, e não se deixam ficar atrás dos maiores, apesar das traquinices dele, e da meiguice dela.

 

 

 

Os manos Liró, a Jessica sempre com o seu ar muito traquinas, o Tiago com um ar mais sério, mas não o tomem por ser sempre assim...

Vestem Traje Infantil, e têm muita força de vontade para aprender as lides do folclore.

São os que envergam um traje infantil hoje, o futuro do Folclore amanhã...

 

 

Desde sempre e porque no principio era o mais pequenino, chamava-mo-lo por Joelinho que presentemente prefere ser tratado por Joel.

Todas as Herdades das redondezas da aldeia possuiam extensos olivais pelo que na campanha da azeitona também empregava grande parte dos habitantes, muitas das vezes tendo até que recorrer a importação de trabalho de terras vizinhas. Ao homem normalmente cabe-lhe a tarefa de varejar a oliveira, montar o tendal, e limpar a azeitona padejando.  O Joel como varejador utiliza como utensilios de trabalho, a vara e  o pano.

 

 

 

 

 

 

É o par do Joel, diz ela que abriu falência, pois antes trajava traje domingueiro e presentemente representa uma bela mondadeira.

 

 

A Cristiana já anda há algum tempo no Grupo e parece gostar muito. Dificil mesmo é quando chega a hora de fazer o troço, cabelo muito fininho que nos escorrega entre os dedos, mas enfim lá se vai conseguindo.

 

 

 

 

 

Encontra-se no grupo de alma e coração como todos os outros desde o primeiro dia.

É o António, sempre muito bem humorado, brinca até nas piores situações, por vezes só para "aborrecer" a Josefina...

Veste trajo domingueiro, calça, colete e jaqueta em tom cinza, botas, chapeu e cinta em preto, camisa branca, relógio de bolso.

 

A Clarisse ou "Eng.ª Kularisse", como a quiserem tratar, ela normalmente não se zanga, entrou para o Grupo, porque é uma pessoa activa e tem que fazer sempre parte de qualquer coisa. Como andava com algum tempo livre, resolveu experimentar entrar para o Rancho. Tem paixão por danças de salão, dai que não tenha sido dificil aprender as danças da nossa terra, é o par do António.

Veste traje domingueiro, composto por blusa, saia e casaco, para além da roupa de baixo. Meias de renda branca, xaile e bolsa preta, sapatos em pele. 

 

 

É a mãe dos manos "Liró", chama-se Célia e resolveu fazer parte do grupo há pouquissimo tempo, pode-se dizer que está-se agora a começar a integrar.

Encontra-se na fase de aprendizagem das danças da nossa terra, e aqui para nós, até que já se vai ajeitando.

Veste traje domingueiro, todo ele muito simples, para além da roupa de baixo, saia, blusa e bolsa em tons de castanho claro, xaile nos mesmos tons. Em nada fica a dever á simplicidade do povo alentejano. 

 

Faz parte do Rancho desde o começo, é a nossa Elsa, já teve três pares, o primeiro foi o Zé Manuel, a seguir o Mauro, veio o Nuno e presentemente tem como par o Diego. É uma pessoa muito expressiva e normalmente muito bem disposta mas quando se zanga...

Geralmente caseira do monte, de bom porte e força de braços, esmerada no asseio e na prática do oficio, cabe-lhe todo o trabalho da transformação da farinha em pão. Peneirar, amassar, tender e cozer. Quer para a casa do lavrador como para todos os caseiros e ganhões.

A amassadeira tem como utensilios de trabalho o peneiro e a peneira.

 

O Nuno. Rapaz que aprender a dançar seria uma vontade mas até conseguir passou um mau bocado ou não fosse a sua força de vontade, é daquelas pessoas que nasceu sem essa aptidão, mas que ao longo do tempo, depois de muito esforço e companheirismo da parte dos amigos e namorada, conseguiu ganhá-la.

Homem já de certa idade e habitante da aldeia . Com procedimentos diferentes  dos montes, na Aldeia  as mulheres amassavam e tendiam em casa só para a família e levavam a quem possuísse um forno e que se dedicava somente a tratar do acender e tratar do forno e da cozedura do pão. Normalmente o trabalho do Forneiro era pago com pão.

 

A Salomé começou a fazer parte do Grupo há já muito tempo, quase desde o principio, já o marido, Dinis, entrou há menos tempo. Ambos fazem parte da tocata, ela na pandeireta e ele no bombo.

A Salomé veste saia e blusa em verde, usa xaile azul, lenço em castanho, meias brancas rendadas e sapato em pele.

O Dinis traja a castanho, calças e colete, cinta preta, camisa em linho, chapeu preto.

Representam o casal de Lavradores. Gente de muitas posses, eram donos de herdades e empregavam grande parte da população.

 

O António Rosado ou Ti Tonho como todos o tratam. Um dos elementos que está presente quase desde o primeiro dia e até mesmo o mais velho na idade.

Representa o Feitor, homem de muitas responsabilidades, recebe ordens do patrão para transmitir ao manageiro que informa e dá a ordem ao rancho.

Traje de saragoça, camisa de riscado, lenço tabaqueiro, cinta preta, bota grosseira em pele, chapéu preto.

O Ti Tonho faz parte da tocata, toca ferrinhos.

A penúltima a entrar para "As Mondadeiras", chama-se Dara e adora tudo o que tem a ver com música e dança, dai que tenha tido sempre uma grande vontade de fazer parte do grupo. Sempre muito bem disposta o que tem a dizer é logo na altura não espera por momentos melhores. Representa traje da Aldeia. Este é um traje pobre, usado aos domingos e dias santos, únicos dias de descanso semanal. Ou então usado por quem não de dedica profissionalmente aos trabalhos do campo encarregando-se de todos os trabalhos domésticos como caianças, lavar roupa e cuidar da casa, por vezes por conta de lavradoras e Senhoras de posses. Muitas lágrimas chorou quando nos comunicou que iria abandonar o grupo, e certo é que até hoje não nos conseguiu explicar a razão pela qual o fez... Mas de certeza que qualquer dia retorna...

 

 

Dança com a Dara e foi um dos o últimos elementos a entrar para o Grupo, chama-se Paulo.

 

Demonstra ter muita força de vontade para aprender a dançar, embora um pouco timido já vai entrando no ritmo. 

 

Ensaia com gosto, toma atenção a todos os promenores de forma a não errar, está a conseguir fazer um bom trabalho.
 

 

 

 

A nossa Guta ou Gutinha na realidade chama-se Maria Augusta, já anda nas lides do folclore há muito tempo, desde que o rancho se fundou.

Todas as Herdades das redondezas da aldeia possuim extenços olivais pelo que na campanha da azeitona também empregava grande parte dos habitantes, muitas das vezes tendo até que recorrer a importação de trabalho de terras vizinhas.

A Guta representa o traje de azeitoneira, podendo também varejar, á mulher cabe-lhe sobretudo o restelar – apanhar a azeitona do chão – e o separar da rama para facilitar a limpeza no tendal  e ensacar. 

 

 

Este é o Gonçalo, o gaiato mais "chaparrão", que já conheci, tendo em atenção a tenra idade.

É o par da Guta e foi ela que teve a paciência de o ensinar a dançar as modas do nosso rancho.

O Gonçalo veste traje de trabalho, representa o Ajuda do Pastor, que normalmente eram rapazes ainda novinhos. Entre outras funções ajudava o pastor a marcar cabeças e mudar bardos.

Quando necessário também dá uns toques no acordeão.

 

 

 

Veste traje domingueiro.

 

Chama-se Claúdia, e está de pedra e cal desde o primeiro momento, juntamente com pais e irmãos.

Dedica-se ao toque do acordeão, é a sua grande função no grupo. Toca em conjunto com o irmão Paulo.
 

 

 

O Luis, para os amigos o Luva. Da familia da Claudia, é o único que dança, embora sempre muito bem puxado pela nossa ceifeira, a Cau.

Mais um Ganhão, homem que trabalhava essencialmente nas eiras.

Os Ganhões trabalhavam de sol a sol e só iam a casa ao Domingo. Tinham como encarregado principal o Abegão, pois era deste que recebiam as ordens.
 

Usa os safões em lona de forma a proteger a roupa.

 

 

De pedra e cal desde o primeiro dia, enverga com enorme prazer e muito orgulho o traje de Ceifeira apesar do enorme chapéu de palha que a principio achava um tanto incómodo, é o par do Luis, filha da Maria da Graça, chama-se Maria do Carmo ou Cau, para os amigos.

Ceifeira – traje de trabalho em tudo igual as mondadeiras com a particularidade do uso de chapéu de palha de aba larga, não sendo este de uso generalizado, havia quem o usasse para melhor se proteger o sol abrasador dos dias de verão. Para se defender dos golpes da foice adaptam pedaços de cana a canudos usados nos dedos médio,  anelar e minimo da mão esquerda. A Saia presa a perna evitava o derrubar do grão das espigas. A Ceifeira, mais astuta e desenrasacada,  tomava o eito da frente, estimulando as companheiras ao desembaraço e consequentemente a fazer render o trabalho. Por esse feito era –lhe pago mais um tostão que ás camaradas  - a esta ceifeira dava-se o nome de Navalha do Rancho. 

O nosso Paulo, Manike, Loba, Palinho, como nos der mais jeito chamar. Irmão do Luis e da Claudia, filho do Zé Júlio e da Céu, é o nosso acordeonista de serviço. Desde o primeiro dia sempre envergou traje de trabalho e o que antes balhava, presentemente toca.

Com grande força de vontade e a titulo de muito empurrão dos restantes elementos do grupo, e após a saida do grupo do anterior acordeonista, o Paulo conseguiu que nos fosse possivel honrar os  compromissos para o ano de 2006, pois em muito pouco tempo conseguiu aprender a tocar as modas do povo Albidomense.

Só esperamos é que continues a fazer um bom trabalho!!

 

 

O Abegão, era o encarregado principal de todos os serviços desempenhados pelos ganhões. Lugar de muita responsabilidade pelo que o patrão o nomeia de entre os ganhões mais desembaraçados e fiel que tenha sentido de responsabilidade. O abegão so recebe ordens directamente do patrão, trabalha lado a lado com os camaradas  e come com eles. Compete-lhe governar e dirigir a lavoura propriamente dita, as cavas, acarretos, eiras, desmoitas,  dar a hora da agarra.

Tem como função no grupo, a de cantar, está de corpo e alma desde o primeiro dia, pessoa empenhada e responsavél chama-se Zé Júlio ou Loba para os amigos. Entrou com a esposa para o Grupo atrás dos três filhos.

 

 

Esposa do Zé Júlio, mãe de três elementos do Grupo, quando chega a horas de actuação não tem mãos a medir, com tanto trajo, botas, chapeus e afins.

A Céu representa uma Mondadeira e quando se traja parece mesmo aquelas mulheres de antigamente, em ar de brincadeira, costumamos dizer que é mesmo uma "mulherona de outros tempos".

No grupo exerce função de cantadeira, para além de ser a responsável pelas costuras.

 

 

 

Levou muito tempo a convencer, mas conseguimos.

O João Miguel para além de ser um cantador no Grupo, representa o Manageiro.

Posto granjeado por mérito e astúcia, por revelar capacidade de relacionamento com os outros ao mesmo tempo que lhe impõe respeito e incute ligeireza e brio no trabalho. Aptidões que lhe garantem confiança e simpatia dos patrões e submissão resignada do rancho. Cabe-lhe orientar o tabalho do rancho, no caso da monda, exclusivamente composto por mulheres, dar a hora da enrega (ao nascer do sol) da comida e da despega (pôr do sol) bem como destinar aguadeira do dia e autorizar o distribuir  da água pelas demais companheiras do rancho.

 

 

Sempre adorou tudo o que é Folclore, viu o concretizar de um sonho e tem sentido ao longo do tempo todas as dificuldades de uma forma especial.

Ensaiadora do Grupo, passou-lhe pelas mãos cada elemento no ensinar das danças, pessoa muito querida e respeitada entre todos.

É a Josefina, portadora de uma boa voz, para além de ensaiadora é a cantadeira do rancho. 
 

 Veste traje da Aldeia, nem ela queria outro e tem uma "paranóia" especial por lenços. 

 

 

Representa uma das mais importantes funções do nosso Alentejo, a de Pastor. Este guarda e apascenta o gado ovino regulando-lhe as horas da solta e recolhimento, consoante a época do ano, escassez ou abundância de pastos. Compete-lhe também mudar bardos e redis, para aproveitamento de estrumes. Marcar cabeças que por algum motivo seja necessário distinguir das demais nestes casos usa-se o gravato – pau comprido com um gancho em ferro na ponta que serve para facilitar a agarra prendendo a rês por uma perna . Usa Safões e Pelico, alforges, boina de orelhas, uma córnea e uma cabaça.

O "nosso" Pastor, José Cartas ou para os amigos, José Fininho... Entrou para o Grupo quase há um ano, tem como passatempo preferido no Grupo, "ser sempre do contra" e pregar partidas ao pessoal que vem a dormir no autocarro aquando das actuações. Diz que até á data o que mais lhe custou fazer no Rancho, foi mesmo a primeira vez em que realizámos o Quadro Etnográfico "Serração da Velha".  

 

Traje Domingueiro, composto por saia e blusa no mesmo tecido, por baixo, combinação, saiote e colotes, meias de renda, sapatos em pele. Usa xaile preto, brincos em ouro, e bolsa.

A Nicete tem como função no grupo, a de apresentar as danças, cantigas usos e costumes da Aldeia de Casa Branca.

 

É ainda a responsavel pelas fotos e pelo blog, o que não a deixa muito á vontade para falar de si própria...

 

 

 

Importado directamente do Brasil para o Rancho Folclórico "As Mondadeiras", aqui temos o nosso Diego. Mal chegou e quis experimentar as lides do Folclore Português, diz ele ser muito diferente do Folclore Brasileiro ao qual estava habituado. O Diego encontra-se a aprender as danças da nossa terra. Veste traje de trabalho que apenas difere de todos os outros no uso de jaqueta. Na foto representa o Ganhão, mas virá a representar o Tirador de Cortiça, mal arranjemos o bocal para proteger a lâmina da machada. 

 

 

 As brincadeiras por vezes levam-nos a bom porto e foi o que aconteceu com o Nuno Valério, espectador dos nossos ensaios, muito amigo do nosso Joel e do nosso Paulo, certo dia em ar de brincadeira a Nicete e o Joel disseram-lhe para entrar para o grupo, ao que ele muito timidamente respondeu que era muito envergonhado, mas a nossa Carmo que de timida não tem nada agarrou nele e começou a balhar logo ali. No dia do nosso Festival, após a nossa actuação, chegou ao pé da Nicete e disse-lhe que queria entrar para o Grupo, até envergar um trajo foi um pulinho e estreou-se conosco em Vila Fernando como elemento da tocata. De vincar que nesse mesmo dia foi trajado um pouco ás pressas é que até as botas eram o 42 e para quem calça o 39, a diferença ainda é grande... Bem Vindo Nuno!! Pois é, só temos pena que tenha sido "sol de pouca dura" (como se diz por cá), é que o Nuno, já informou o grupo de que não quer continuar, diz ele que o tempo não lhe chega para tanta actividade... é pena!!

 

 

Com traje domingueiro, traja o nosso Zé Pedro. Muito compenetrado quando se toca a aprender a balhar, gosta de fazer tudo certinho, mas quando toca a brincar...

 

Gosta de estar informado, quando não sabe o que fazer pergunta as vezes que forem necessárias até ter a certeza de que está a fazer bem feito.

 

Bem vindo Zé Pedro...

 

 

 

 

O Edgar ou para os restantes elementos do grupo - o Stress, é sempre muito acelerado, embora esteja um bocadinho melhor.

 

 

Tem por norma só estar na Casa Branca aos fins-de-semana, então á sexta-feira chega de Mafra e nem vai a casa fica logo na Casa do Povo, porque não pode faltar aos ensaios.

 

 

 O Marco entrou para o grupo há cerca de um ano, o seu grande desejo é conseguir bailar as modas de saias, mas tem sido uma tarefa dificil...

 

Mais uma criança, para nos ajudar a manter e a seguir em frente com o grupo, pelo menos assim o esperamos.

 

 

Neto do António Quintaneiro, afilhado da nossa Carla, o Pedro gosta muito do rancho. Muito sossegadinho, pouco fala, mas cumpre com as suas tarefas, e aqui para nós, por trás desta carinha de "santinho" é um dos mais reguilas...

 

Pena que não possa ir a todas as actuações, mas marca presença assidúa quando são em Casa Branca ou aqui nos arredores.

 

 

 

Neta do Ti Tonho, influênciada por ele, resolveu entrar para o grupo... A Vânia quer porque quer aprender a balhar, e ainda bem, vai tentando, mas é tão distraída...

Mais uma criança para aumentar o nosso núcleo infantil.

 

 

O primo Rui, é como é tratado no grupo, apenas porque é primo da Josefina e do João Miguel, mas ficou conhecido entre todos pelo primo Rui. Tem uma adoração especial por instrumentos musicais e claro um deles é mesmo o acordeão. O Rui quando pode está presente nas actuações que se realizam cá na Aldeia, mas ao contrário do nosso Pedro, também está presente naquelas que se realizam nos arredores do Porto (onde mora).

 

 

 

A nossa Bruna, quem havia de nos dizer que esta menina havia de aprender tão rapidamente as lides do folclore... entrou e vingou, é que quase num picar de olhos ela já conseguia balhar quase todas as modas.

 

 

Pacata, gosta de estar no seu cantinho, mas não lhe escapa nada e quando pensamos que ela não toma atenção... qual quê tá ali mais compenetrada que muitos. Bem vinda Bruna e que seja para durar!

 

 

No mesmo dia da Bruna entrou também para o grupo a Vanessa, esperamos que venha a aprender as lides do folclore. Bem disposta, como ainda não sabe balhar, depressa agarra num instrumento e passa a fazer parte da tocata.

 

Também a ti damos as boas vindas e esperamos que venhas para ficar! 

 

 

 

Por último mas não menos importante, temos o Olivério. Desde a fundação do grupo sempre fez parte da Direcção, presentemente é o nosso Presidente.

 

Acreditamos e sabemos que não é fácil trabalhar com tantos jovens, mas uma gargalhada aqui um puxão de orelhas ali, vão-se levando a bom porto (palavras do Sr. Presidente).

 

A principio achava que não era necessário trajar-se hoje é vê-lo com o saquito do trajo ás costas quando chega a hora da partida, faz o que pode, ele toca bombo, cana, ferrinhos, enfim... a mais não é obrigado.

 

 

Esta menina é a Andreia, está no Grupo, desde a sua  fundação.

 

Enverga traje de trabalho - Mondadeira, veste saia de riscado, pregada com alfinetes à volta de cada perna em jeito de calções (que aqui não estão feitos), duas ou três saias de baixo (saiote e saia vermelha); uma blusa de chita ou de riscado também, um avental de pano e meia de linha grosseira. Sapatos ou Chinelas atacoadas. 
 

 

Mulher do campo que traz no peito, a força da vida e na voz, o cantar das saias.
 

 

A foto não é das melhores, mas por agora é o que se pode arranjar, durante a próxima temporada falamos...

 

 

publicado por Mondadeiras às 19:07
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2 comentários:
De Rikardo a 8 de Agosto de 2006 às 01:14
Ah grande Joel, vejo que usas a saca da mesma maneira, sem letras, hehhhe!! Um abraço para todos


De ROBERTO a 21 de Maio de 2007 às 05:10
Prezados Folcloristas
PARABÉNS pelo vosso SITE e o trabalho que realizam...
Gostaria de entrar em contato com a NICETE
meu e-mail: roberto_borborema@hotmail.com
Rancho de Danças e Cantares do Divino Salvador
Grato
Um abraço
Roberto


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